"Todos sabem fazer história - mas só os grandes sabem escrevê-la."
(Oscar WIlde)

Sejam bem vindos!

Este blog tem como finalidade tornar acessível aos meus alunos e quem mais se interessar os conteúdos de História e textos relacionados a educação... portanto Seja bem vindo ao espaço que foi criado especialmente para você.

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Receita de ano novo Carlos Drummond de Andrade

Para você ganhar belíssimo Ano Novo
cor do arco-íris, ou da cor da sua paz,
Ano Novo sem comparação com todo o tempo já vivido
(mal vivido talvez ou sem sentido)
para você ganhar um ano
não apenas pintado de novo, remendado às carreiras,
mas novo nas sementinhas do vir-a-ser;
novo
até no coração das coisas menos percebidas
(a começar pelo seu interior)
novo, espontâneo, que de tão perfeito nem se nota,
mas com ele se come, se passeia,
se ama, se compreende, se trabalha,
você não precisa beber champanha ou qualquer outra birita,
não precisa expedir nem receber mensagens
(planta recebe mensagens?
passa telegramas?)
 

Não precisa
fazer lista de boas intenções
para arquivá-las na gaveta.
Não precisa chorar arrependido
pelas besteiras consumidas
nem parvamente acreditar
que por decreto de esperança
a partir de janeiro as coisas mudem
e seja tudo claridade, recompensa,
justiça entre os homens e as nações,
liberdade com cheiro e gosto de pão matinal,
direitos respeitados, começando
pelo direito augusto de viver.
 

Para ganhar um Ano Novo
que mereça este nome,
você, meu caro, tem de merecê-lo,
tem de fazê-lo novo, eu sei que não é fácil,
mas tente, experimente, consciente.
É dentro de você que o Ano Novo
cochila e espera desde sempre.

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Canudos_UMA VIAGEM A NOSSA HISTÓRIA.wmv

sábado, 20 de novembro de 2010

Projeto: Jornalistas da História


Este projeto foi aplicado com alunos do 8º e 9º ano do ensino fundamental da Escola Governador Waldir Pires e com os 1º , 2º e 3º anos do ensino médio do Colégio Estadual José Dantas de Souza, ambas em Heliópolis-Ba.


A idéia é que os alunos produzissem jornais acerca de fatos históricos como se eles fossem testemunhas oculares da história.Vejam aqui o resultado com alguns dos jornais produzidos:









sábado, 13 de novembro de 2010

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

I Simpósio Municipal de Educação de Heliópolis-Ba


No próximo dia 13 de novembro de 2010 ocorrerá em Heliópolis o I Simpósio Municipal de Educação que terá como tema: Os Saberes necessários da docência para o século XXI: Refletindo e repensando a prática pedagógica.
O objetivo do evento é promover o debate acerca da temática, de modo a proporcionar ao profissional de educação refletir e repensar os saberes docentes.
Programação:
 Manhã:
07:30 -  Abertura - exibição de vídeo
07:40 - Considerações das Autoridades Municipais (Prefeito e Secretário de Educação)
08:00 - Socialização das temáticas abaixo:
As cegueiras do Conhecimento: o erro e a ilusão – Prof. Gilvan
Os princípios do conhecimento pertinente – Prof. Fábio Alves
10:00 - Intervalo
10:15- Socialização das temáticas abaixo:
Ensinar a condição humana –  Coordenador  Emanoel Alves
Ensinar a identidade terrena – Profª Josenaide Calazans
 Tarde
  13:30- Socialização das temáticas abaixo:
Ensinar as incertezas: Prof. Paulo Iomar
Ensinar a compreensão: Prof. Adilson Nobre
15:30 Intervalo
15:45  Socialização das temáticas abaixo:
A ética do gênero humano – Prof. Jailton
Avaliação
17:00 - Encerramento
Local: Câmara Municipal de Heliópolis

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Lista de deputados federais e estaduais eleitos na Bahia

Deputados Federais:

PRA BAHIA SEGUIR MUDANDO   (Vagas: 22)
Rui Costa (PT) - 205.082
Pelegrino (PT) - 202.470
João Leão (PP) - 201.719
Mário Negromonte (PP) - 168.492
Márcio Marinho (PRB) - 157.742
Felix Jr (PDT) - 148.104
Afonso  (PT) - 141.401
Daniel Almeida (PC DO B) - 134.680
Valmir Assunção (PT) - 131.775
Zézeu (PT) - 108.539
Edson Pimenta (PC DO B) - 103.286
Alice Portugal (PC do B) - 101.298
Waldenor (PT) - 87.800
Oziel Oliveira (PDT) - 79.516
Geraldo Simões (PT) - 75.879
Josias Gomes (PT) - 69.245
Jose Carlos Araujo (PDT) - 68.873
Marcos Medrado (PDT) - 68.068
Luiz Argôlo (PP) - 66.677
Roberto Britto (PP) - 63.981
Amauri Teixeira (PT) - 63.603
Luiz Alberto (PT) - 63.308

PARA FAZER ACONTECER   (Vagas: 8)
Lucio Vieira Lima (PMDB) - 219.031
Mauricio Trindade (PR) - 77.255
João Bacelar (PR) - 74.918
José Rocha (PR) - 71.408
Sérgio Brito (PSC) - 70.759
Antonio Brito (PTB) - 70.125
Arthur Maia (PMDB) - 69.556
Erivelton Santana (PSC) - 69.501

DEMOCRATAS   (Vagas: 6)
ACM Neto (DEM) - 326.893
Fernando Torres (DEM) - 78.347
Claudio Cajado (DEM) - 71.978
José Nunes (DEM) - 70.406
Fabio Souto (DEM) - 65.913
Paulo Magalhães (DEM) - 53.452

PARTIDO DA SOCIAL DEMOCRACIA BRASILEIRA   (Vagas: 2)   
Antonio Imbassahy (PSDB) - 112.465
Jutahy Magalhães Júnior (PSDB) - 108.086

VITORIA DE UMA BAHIA QUE TEM PRESSA   (Vagas: 1)  
Jânio Natal (PRP) - 41.537

Votação de  Landisvalth
4355 LANDISVALTH PV 1.472 (0,02%) obs. não eleito

 Deputados Estaduais
PRA FRENTE BAHIA   (Vagas: 26)
Marcelo Nilo (PDT) -  134.396
Mário Negromonte Júnior (PP) -  113.193
Ronaldo Carletto (PP) -  101.433
Zé Neto (PT) -  79.925
Luiza Maia (PT) -  79.806
Cacá Leão (PP) - 78.528
Roberto Carlos (PDT) -  75.474
Zé Raimundo (PT) -  70.257
Rosemberg Pinto (PT) -  69.951
Euclides Fernandes (PDT) -  62.892
Sidelvan Nóbrega (PRB) -  62.371
Marcelino Galo (PT) -  58.703
Fátima Nunes (PT) -  57.704
Pastor José De Arimatéia (PRB) - 56.849
Neusa Cadore (PT) -  56.095
Joseildo Ramos (PT) -  55.684
Paulo Rangel (PT) -  55.298
Maria Del Carmen (PT) -  53.700
Aderbal Caldas (PP) -  53.108
João Bonfim (PDT) - 46.730
Luiz Augusto (PP) -  45.412
Coronel (PP) - 40.994
Paulo Camera (PDT) -  40.427
J. Carlos (PT) -  39.895
Bira Corôa (PT) - 39.222
Carlos Brasileiro (PT) -  38.804

MAIS AÇÃO, MAIS BAHIA   (Vagas: 15)
Maria Luiza Carneiro (PSC) - 65.583
Graça Pimenta (PR) -  64.929
Leur Lomanto Junior (PMDB) -  50.431
Reinaldo Braga (PR) -  48.157
Alan Sanches (PMDB) -  47.290
Sandro Régis (PR) - 46.746
Carlos Ubaldino (PSC) -  46.691
Ivana Bastos (PMDB) -  46.079
Luciano Simões (PMDB) -  45.486
Targino Machado (PSC) -  45.262
Angela Sousa (PSC) -  43.537
Pedro Tavares (PMDB) -  43.001
Temóteo Brito (PMDB) -  42.923
Vando (PSC) -  39.632
Elmar (PR) -  38.376

DEMOCRATAS   (Vagas: 5)
Tom (DEM) - 61.579
Rogério Andrade (DEM) - 60.136
Gildasio Penedo (DEM) - 57.689
Herbert Barbosa (DEM) - 46.510
Paulo Azi (DEM) - 40.887

LUTA DE UMA BAHIA QUE TEM PRESSA   (Vagas: 4)
Claudia Oliveira (PT do B) -  57.780
Bruno Reis (PRP) - 55.189
Adolfo Menezes (PRP) -  52.106
Maria Luiza Laudano (PT do B) - 43.794

PARTIDO COMUNISTA DO BRASIL   (Vagas: 4)
Fabricio (PC do B) - 51.923
Álvaro Gomes  (PC do B) - 38.441
Kelly Magalhães (PC do B) - 35.040
Wenceslau (PC do B) - 31.802

A BAHIA QUER PAZ, A BAHIA QUER MAIS   (Vagas: 3)
Joao Carlos Bacelar (PTN) -  46.845
Carlos Geilson (PTN) - 36.998
Coronel Gilberto Santana (PTN) - 28.725

FRENTE DOIS DE JULHO   (Vagas: 3)
Deraldo Damasceno (PSL) -  65.284
Nelson Leal (PSL) - 58.650
PR SGTº Isidorio (PSB) -  46.923

PARTIDO DA SOCIAL DEMOCRACIA BRASILEIRA   (Vagas: 2)
Adolfo Viana (PSDB) - 32.541
Augusto Castro (PSDB) - 30.951

PARTIDO VERDE   (Vagas: 1)
Eures Ribeiro (PV) - 24.433

sábado, 2 de outubro de 2010

Comparação Lula X FHC


Para os que adoram piada sobre o Lula, deviam ver a tabela que segue abaixo e refletir!!!

Apesar dos pesares, com todos os defeitos, escândalos, desvios ideológicos e etc. Aqui seguem dados objetivos, e não piadas recheadas de preconceito e revanchismo de nossa elite e de quem faz coro com ela que NÃO ACEITA um nordestino, retirante, operário, barbudo, gordinho, com péssima dicção, sem nível superior e títulos possa estar fazendo o que gerações e gerações de nobres, renomados, intelectuais não conseguiram.

Dizer que Lula não fez muito mais do que seus antecessores, inclusive o PÓS DOUTORADO sociólogo FHC que disse "esqueçam o que eu escrevi". Contradições a parte, Lula fez muiiiito mais que os outros. Por tudo isto ele pode dizer como o Zagalo "Vocês vão ter que me engolir" para uns idiotas como Caetano Veloso "que o chamou de analfabeto", Diogo Mainardi da VEJA"o chama de analfabeto, anta, cachaceiro e etc" .


IMPRESSIONANTE O QUE UM TORNEIRO MECÂNICO PODE FAZER................. BALANÇO BRASIL 2009  
DADOS DO GOVERNO                              F H C                                         L U L A
RISCO BRASIL                                       2.700 PONTOS                            200 PONTOS
SALÁRIO MÍNIMO                                  78 DÓLARES                                210 DÓLARES
DÓLAR                                                  R$ 3,00                                        R$ 1,78
DÍVIDA FMI                                           NÃO MEXEU                                 PAGOU
INDUSTRIA NAVAL                                 NÃO MEXEU                                 RECONSTRUIU
UNIVERSIDADES NOVAS                        NENHUMA                                   10
EXTENSÕES UNIVERSITÁRIAS                NENHUMA                                   45
ESCOLAS TÉCNICAS                              NENHUMA                                   214
RESERVAS DO TES.NAC.                       -185 BILHÕES(US$)                     +160 BILHÕES
CRÉDITOS PARA O POVO                      PIB  14%                                     34%
ESTRADAS DE FERRO                            NENHUMA                                    03 (EM ANDAMENTO)
ESTRADAS RODOVIÁRIAS                     90% DANIFICADAS                       70% RECUPERADAS
INDUSTRIA AUTOMOBILÍSTICA             EM BAIXA 20%                             EM ALTA 30%
CRISES INTERNACIONAIS                     04 ARRASANDO O PAÍS                NENHUMA
CÂMBIO                                                FIXO: ESTOURANDO O TES.NAC.  FLUTUTANTE
TAXA DE JUROS SELIC                          27%                                             MENOS DE 10%
MOBILIDADE SOCIAL (FHC)                  2 MILHÕES SOMENTE SAÍRAM DA LINHA DE POBREZA
MOBILIDADE SOCIAL (LULA)                23 MILHÕES SAÍRAM DA LINHA DE POBREZA
EMPREGOS                                          +780 MIL EMPREGOS                    +11 MILHÕES
INVEST. INFRAESTRURA                       NENHUM                                        504 BILHÕESATÉ 2010
POLICIA FEDERAL                               80 PRISÕES                                    2.750 PRISÕES
ROMBO NO ESTADO                            30 BILHÕES (privatizações)            200 MILHÕES(mensalão)
MERCADO INTERNACIONAL                 SEM CRÉDITO                                  INVESTIMENT GRADE
ECONOMIA                                          ESTAGNAÇÃO TOTAL                      crescimento bom até a quebra do capitalismo

O ex-presidente FHC mandou um recado esta semana pela televisão ao Senhor Lula da Silva para que “trabalhasse mais, mentisse menos e não pensasse em terceiro mandato”. Com base em dados publicados pela imprensa, tomei a liberdade de fazer esse pequeno balanço comparativo dos 8 anos do governo FHC com 5 anos do governo LULA. Balanços comparativos são previstos na Lei das Sociedades Anônimas (art. 176)
Enquanto isso o Presidente Lula e mais alguns aliados, conseguiram ainda dois do maiores Eventos Esportivos do planeta, ou seja o Campeonato Mundial de Futebol 2014 e os Jogos Olímpicos para 2016.... tudo isso, deverá gerar Investimentos da ordem de U$ 70 bilhões, ainda a Geração de Emprego e Renda cerca de 2 milhões de novos empregos.

domingo, 12 de setembro de 2010

Desfile Cívico de Heliópolis entra pra História!

No último dia 10 de setembro ocorreu na cidade de Heliópolis o desfile cívico em comemoração a semana da Pátria devido as festividades da nossa independência, o evento superou todas as expectativas e o que se viu foram cerca de 3 mil estudantes caracterizados com os mais variados temas dando um show pelas principais ruas da cidade e a população parou para ver aquele espetáculo nunca visto antes em nossa cidade.
O desfile de Heliópolis virou assunto não só no municipio como também na região, pois, quem aqui esteve saiu impressionado com tamanha grandeza e beleza do evento.
Parabéns a todos que fizeram deste evento um acontecimento histórico para nosso município e tenho certeza que a tradição foi resgatada e outros virão certamente.

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Independência e o seu significado

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Revolução Francesa (1789-1799)

Conceito:
Movimento social e político ocorrido na França no final do século XVIII que teve por objetivo principal derrubar o Antigo Regime e instaurar um Estado democrático que representasse e assegurasse os direitos de todos os cidadãos.

Introdução:

A Revolução Francesa é considerada o mais importante acontecimento da história contemporânea. Inspirada pelas idéias iluministas, a sublevação de lema "Liberdade, Igualdade, Fraternidade" ecoou em todo mundo, pondo abaixo regimes absolutistas e ascendendo os valores burgueses. Foi à revolução burguesa, tendo vista a sua condição de destruidora da velha ordem em nome das idéias e valores burgueses e por conta da ideologia burguesa predominante durante praticamente todo processo revolucionário.

A França pré-revolucionária

A sociedade francesa anteriormente à revolução era uma sociedade moldada no Antigo Regime. Ou seja, politicamente o Estado era Absolutista (Absolutismo Monárquico), economicamente predominavam as práticas mercantilistas que sofriam com as constantes intervenções do Estado e na área social predominavam as relações de servidão uma vez que a maioria da população francesa era camponesa. Em torno de 250 milhões de pessoas viviam em condições miseráveis nos campos franceses, pagando altíssimos impostos a uma elite aristocrática que usufruía do luxo e da riqueza gerados pelo trabalho dos campesinos em propriedades latifundiárias, ou feudos, dos nobres. Nas áreas urbanas a situação não era muito diferente de quem vivia nas áreas rurais. A população urbana, composta em sua maioria por assalariados de baixa renda, desempregados (excluídos) e pequenos burgueses (profissionais liberais), também arcava com pesadíssimos impostos e com um custo de vida cada vez mais elevado. Os preços em geral dos produtos sofriam reajustes constantemente e isso pesava na renda dos trabalhadores em geral – urbanos e rurais. Já as elites, compostas por um alto clero, uma alta nobreza e, claro, a Família Real – a realeza francesa: Luis XVI e sua esposa Maria Antonieta, filhos e demais parentes – vivam em palácios luxuosos – como o monumental Palácio de Versalhes, localizado nos arredores de Paris e que era a residência de veraneio da Família Real e da elite – não pagavam impostos, promoviam banquetes – às custas do dinheiro público – em suma: viviam nababescamente (do requinte, da opulência, do luxo, das mordomias,...) face a situação de miséria e pobreza da maioria da população. Veja o que demonstra a ilustração abaixo:
Fonte: Reprodução

A Revolução e suas Fases

No final do século XVIII a situação sócio-econômica da França era de total calamidade. Numa perspectiva de tentar resolver as situações problemas, o Monarca Luis-XVI convocou seu Ministro das finanças Necker, que estava afastado do cargo, para decidir quanto a situação de crise econômica e financeira. Por sugestão de Necker, Luis-XVI convocou, no dia 5 de maio de 1789, a Assembléia dos chamados Estados Gerais que reunia os representantes políticos do 1º. ,  2º. e 3º. Estados os quais não se reuniam desde o século XVII. O 1º. Estado era formado pelo alto clero, o 2º. Estado pela alta nobreza e o 3º. Estado, pelos deputados que representavam a maioria da população (assalariados, camponeses e pequena burguesia) – era o grupo maior, pois continha um número maior de representantes. Observe os Estados Gerais reunidos em 1789, convocados por Luis-XVI:
Fonte: Reprodução
 Na ocasião da convocação e da reunião dos Estados Gerais, depois de abrir a sessão, Luis-XVI deu por aberta as discussões e votações para os problemas que atingiam a sociedade francesa. A questão, porém, centrava-se no sistema de votação dentro da Assembléia. Sobre a questão dos pagam e dos não pagam impostos, por exemplo, o sistema de votação favoreceu ao 1º. e ao 2º. Estados. Como? Como a votação era por Estado e não por indivíduo (individual), cada Estado tinha direito a um só voto. No caso dos impostos, votou-se contra ou a favor do 1º. e do 2º. Estados arcarem com o pagamento de impostos. Resultado: pelo sistema de votação vigente, os dois Estados permaneceram isentos da obrigação do pagamento de impostos, já que totalizou dois votos contra um. Esse modelo de votação gerou revolta por parte dos deputados do 3º. Estado que reagiram prontamente, exigindo a qualquer custo que as reuniões fossem conjuntas e não separadamente por Estados. Diante da negação, o 3º. Estado proclama-se em Assembléia Geral Nacional. O Rei, desesperado diante do atrevimento dos representantes populares, manda fechar a sala de reuniões. Mas o 3º. Estado não se deu por vencido e seus deputados se dirigiram para um salão que a nobreza utilizava para jogos. Lá mesmo fizeram uma reunião, onde ficou estabelecido que permaneceriam reunidos até que a França tivesse uma Constituição. Esse ato ficou conhecido com o nome de “O Juramento do Jogo de Pela”. Os deputados que fundaram a ASSEMBLÉIA NACIONAL nela juraram igualdade jurídica e direitos políticos para todos os homens comuns. Veja a seguir como ficou esse juramento simbolizado no imaginário da Revolução Francesa:
Fonte: Reprodução
Pela imagem percebemos que os seus integrantes se voltam para o centro onde está um orador. Possivelmente este orador é um membro de importância, pois dirige a sessão conduzindo os demais a jurarem por algo. Este algo era a CONSTITUIÇÃO  na qual constariam todos os direitos políticos e jurídicos dos cidadãos. Portanto, concluindo, eles juraram pela liberdade, igualdade e fraternidade – lemas da Revolução Francesa. No dia 9 de julho de 1789, reúne-se uma Assembléia Nacional Constituinte, incumbida de elaborar uma Constituição para a França. Isso significava que o Rei deixaria de ser o senhor absoluto do reino. A burguesia francesa, por sua vez, apelou para o povo. No dia 14 de julho de 1789, toda a população parisiense avança, num movimento nunca visto, para a Bastilha, a prisão política da época, onde o responsável pela prisão, o carcereiro, foi espancado pela multidão vindo a falecer. Veja a imagem a seguir também parte do imaginário da Queda da Bastilha:
Fonte: Reprodução
O momento agora é dos camponeses, que percebendo a fraqueza da nobreza, invadem os castelos, executando famílias inteiras de nobres numa espécie de vingança, de uma raiva acumulada durante séculos. Avançam sobre a propriedade feudal e exigem reformas – sobretudo a Reforma Agrária. A burguesia, na Assembléia, temerosa de que as exigências chegassem também às suas propriedades, propõe que sejam extintas os direitos feudais como única saída para conter o furor revolucionário dos camponeses. A 4 de agosto de 1789, extingue-se aquilo que por muitos séculos significou a opressão sobre os camponeses: as obrigações feudais. Porém, os impostos continuaram altos, o custo de vida pouco se alterou e a França continuava em guerras externas significando despesas altas para o Estado, agora burguês. A burguesia, preocupada em estabelecer as bases teóricas de sua revolução, fez aprovar, no dia 26 de agosto do mesmo ano (1789), um documento que se tornou mundialmente famoso: A Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão. Nesse documento a burguesia francesa declarava, entre outras, quem era cidadão e não cidadão esperando que houvesse uma aceitação por parte das classes populares que ainda encontravam-se insatisfeitas com as realizações políticas e sociais daqueles que se diziam seus representantes políticos. Na realidade a Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão foi uma forma de legitimar a  burguesia no poder político do Estado sendo ela a classe dominante, de elite. Portanto, para a burguesia a revolução estava por encerrada uma vez que seus interesses já haviam sido conquistados por ela. Era necessário impedir a radicalização do movimento revolucionário; ou seja, era necessário impedir que a revolução se tornasse popular, o que não interessava à burguesia.

1ª. Fase da Revolução: A Assembléia Nacional Constituinte – 1789-1792

Nesta fase, fundou uma Monarquia Parlamentarista, ou Constitucional. Um dos atos mais importantes da Assembléia foi o confisco dos bens do clero francês, que seriam usados como uma espécie de lastro para os bônus emitidos para superar a crise financeira. Parte do clero reage e começa a se organizar e como resposta a Assembléia decreta a Constituição Civil do Clero; isto é, o clero passa a ser funcionário do Estado, e qualquer gesto de rebeldia levaria a prisão. A situação estava muito confusa. A Assembléia não conseguia manter a disciplina e controlar o caos econômico. O Rei entra em contato com os emigrados no exterior (principalmente na Prússia e na Áustria) e começam a conspirar para invadir a França, derrubar o governo revolucionário e restaurar o absolutismo. Para organizar a contra-revolução, o monarca foge da França para a Prússia, mas no caminho e reconhecido por camponeses, é preso e enviado à Paris. Na capital, os setores mais moderados da Assembléia conseguiram que o Rei permanecesse em seu posto. A partir daí uma grande agitação tem início, pois seria votada e aprovada a Constituição de 1791. Esta constituição estabelecia, na França, a Monarquia Parlamentar, ou seja, o Rei ficaria limitado pela atuação do poder legislativo (Parlamento).
Neste poder legislativo era escolhido através do voto censitário e isso equivalia dizer que o poder continuava nas mãos de uma minoria, de uma parte privilegiada da burguesia. Resumindo, o que temos é uma Monarquia Parlamentar dominada pela alta burguesia e pela aristocracia liberal, liderada, por exemplo, pelo famoso La Fayette. É o total afastamento do povo francês que continuava sem poder de decisão. No recinto da Assembléia, sentava-se à esquerda o partido liderado por Robespierre, que se aproximava do povo: eram os Jacobinos ou Montanheses (assim chamados por se sentarem nas partes mais altas da Assembléia); ao lado, um pequeno grupo ligado aos Jacobinos, chamados Cordeliers, onde apareceram nomes como Marat, Danton, Hebert e outros; no centro, sentavam-se os constitucionalistas, defensores da alta burguesia e a nobreza liberal, grupo que mais tarde ficará conhecido pelo nome de planície; à direita, ficava um grupo que mais tarde ficará conhecido como Girondinos, defensores dos interesses da burguesia francesa e que temiam a radicalização da revolução; na extrema direita, encontram-se alguns remanecentes da aristocracia que ainda não emigrara, conhecidos por aristocratas, que pretendiam a restauração do poder absoluto.
Esta fase terminou com a radicalização do movimento revolucionário depois que Robespierre e seus seguidores agiram incitando à população a pegarem em armas e lutarem contra a Assembléia e as forças conservadoras.

2ª. Fase da Revolução: A Convenção Nacional – 1792-1794/95

Foi a fase considerada mais radical do movimento revolucionário porque foi a etapa em que os Jacobinos, liderados por Robespierre, assumiram o comando da revolução. Portanto, foi a etapa mais popular do movimento já que os Jacobinos eram representantes políticos das classes populares. Para alguns historiadores, esta etapa não predominou a ideologia burguesa, já que a burguesia não conduzia a revolução neste período. Porém, antes da queda da Monarquia Parlamentar, a burguesia chegou a proclamar uma República – a República Girondina em setembro de 1792. A república foi proclamada como um mecanismo de assegurar a burguesia seus interesses, projetos, no poder político do Estado. Como as tensões estavam exaltadas, a alta burguesia francesa decidiu tirar todo o poder político do rei Luis-XVI e transferi-lo para si (a burguesia). Desta forma caía a Monarquia na França. Em 1792, a Assembléia Legislativa aprovou uma declaração de guerra contra a Áustria. É interessante salientar que a burguesia e a aristocracia queriam a guerra por motivos diferentes. Enquanto para a burguesia a guerra seria breve e vitoriosa, para o rei e a aristocracia seria a esperança de retorno ao velho regime. Palavras de Luís XVI: "Em lugar de uma guerra civil, esta será uma guerra política" e da rainha Maria Antonieta: "Os imbecis [referia-se a burguesia]! Não vêem que nos servem". Portanto, o rei e a aristocracia não vacilaram em trair a França revolucionária. Luís XVI e Maria Antonieta foram presos, acusados de traição ao país por colaborarem com os invasores. Verdun, última defesa de Paris, foi sitiada pelos prussianos. O povo, chamado a defender a revolução, saiu às ruas e massacrou muitos partidários do Antigo Regime. Sob o comando de Danton, Robespierre e Marat, foram distribuídas armas ao povo e foi organizada a Comuna Insurrecional de Paris. As palavras de Danton ressoaram de forma marcante nos corações dos revolucionários. Disse ele: "Para vencer os inimigos, necessitamos de audácia, cada vez mais audácia, e então a França estará salva". Em  21 de Janeiro do ano seguinte, 1793, Luis-XVI foi condenado e guilhotinado na “praça da revolução” – atual Praça da Concórdia situada na avenida Champs-Élysées, em Paris – uma vez que os Jacobinos já haviam assumido a liderança do movimento revolucionário. A rainha Maria Antonieta, foi decapitada no mesmo ano só que em setembro.
A República Girondina caiu e os Jacobinos assumiram a direção política do Estado proclamando uma nova República: a República Jacobina e com ela uma nova Constituição: a Constituição de 1793. Na Constituição Jacobina continham princípios que satisfazia a população porque garantia-lhe direitos e poder de decisão. Vejamos os mais importantes pontos da nova Constituição:
  • Voto Universal ou Sufrágio Universal -  Todos os cidadãos homens maiores de idade, votam.
  • Lei do Máximo ou Lei do Preço Máximo – estabeleceu um teto máximo para preços e salários.
  • Venda de bens públicos e dos emigrados para recompor as finanças públicas.
  • Reforma Agrária – confismo de terras da nobreza emigrada e da Igreja Católica, que foram divididas em lotes menorese vendida a preços baixos para os camponeses pobres que puderam pagar num prazo de até 10 anos.
  • Extinção da Escravidão Negra nas Colônias Francesas – que acabou por motivar a Revolução Haitiana em 1794 e que durou até 1804 quando no Haiti aboliu-se a escravidão.
  • Organização dos seguintes comitês: o Comitê de Salvação Pública, formado por nove (mais tarde doze) membros e encarregado do poder executivo, e o Comité de Segurança Pública, encarregado de descobrir os suspeitos de traição.
  • Criação do Tribunal Revolucionário, que julgava os opositores da Revolução e geralmente os condenavam à Guilhotina.
Ressalta-se que para que os Jacobinos pudessem alacançar o poder político do Estado e assumí-lo, teve que contar com um apoio fundamental: os sans-culottes. Os sans-culottes eram indivíduos populares – normalmente desempregados e assalariados, a plebe urbana – que eram identificados pelo frígio, ou barrete, vermelho que usavam sobre suas cabeças. Veja a ilustração:
Fonte: Reprodução
Os sans-culottes acabaram por se tranformar em uma força motora da revolução. Isto é, como era formado por uma massa de indivíduos, graças as ações violentas dos mesmos que os Jacobinos, ligados a eles, chegaram ao poder. Definitivamente os sans-culottes tiveram um papel fundamental no processo revolcionário francês já que correspondiam as aspirações populares.
Porém, mesmo com o apoio dos sans-culottes e estando na direção política do Estado realizando determinadas reformas políticas e sociais significativas, os Jacobinos não duraram muito no poder devido ao que implantaram durante sua República – a Era do Terror. Robespierre, líder supremo dos Jacobinos, decidiu implantar a Era do Terror. Mas o que significou isso? Significou que era necessário agir de modo ditatorial para alcançar um governo democrático e assegurar as conquistas instituídas pelas reformas que se realizavam. Para tais fins teve que Robespierre impor o poder do Estado sobre a população e condenar todos os que eram considerados suspeitos de traição à Guilhotina. Foi o período em que a Guilhotina foi mais usada. Até mesmo líderes Jacobinos próximos a Robespierre, como Danton por exemplo, foram guilhotinados. O excesso de terror fez com que os Girondinos articulassem um Golpe de Estado – o golpe “9 do Termidor” – e derrubassem  com a República Jacobina, guilhotinando inclusive Robespierre. Iniciava-se a terceira fase revolucionária.

3ª. Fase da Revolução: o Diretório – 1795-1799 / A Era Napoleônica-1799-1815

Conhecido como Reação Termidoriana, o golpe de Estado armado pela alta burguesia financeira, que marcou o fim da participação popular no movimento revolucionário, em compensação os estabelecimentos comerciais cresciam, porque as ações burguesas anteriores haviam eliminado os empecilhos feudais. O novo governo, denominado Diretório (1795-1799), autoritário e fundamentado numa aliança com o exército (então restabelecido após vitórias realizadas em guerras externas), foi o responsável por elaborar a nova Constituição, que manteria a burguesia livre de duas grandes ameaças: a República Democrática Jacobina e o Antigo Regime. O Poder Executivo foi concedito ao Diretório, e uma comissão formada por cinco diretores eleitos por cinco anos. Apesar disso, em 1796 a burguesia enfrentou a reação dos Jacobinos e radicais igualitaristas. Graco Babeuf liderou a chamada Conspiração dos Iguais, um movimento socialista que propunha a "comunidade dos bens e do trabalho", cuja atenção era voltada a alcançar a igualdade efetiva entre os homens, que segundo Graco, a única maneira de ser alcançada era através da abolição da propriedade privada. A revolta foi esmagada pelo Diretório, que decretou pena de morte a todos os participantes da conspiração, e o enforcamento Babeuf.
O governo não era respeitado pelas outras camadas sociais. Os burgueses mais lúcidos e influentes perceberam que com o Diretório não teriam condição de resistir aos inimigos externos e internos e manter o poder. Eles acreditavam na necessidade de uma ditadura militar, uma espada salvadora, para manter a ordem, a paz, o poder e os lucros. A figura que sobressai no fim do período é a de Napoleão Bonaparte. Ele era o general francês mais popular e famoso da época. Quando estourou a revolução, era apenas um simples tenente e, como os oficiais oriundos da nobreza abandonaram o exército revolucionário ou dele foram demitidos, fez uma carreira rápida. Aos 24 anos já era general de brigada. Após um breve período de entusiasmo pelos Jacobinos, chegando até mesmo a ser amigo dos familiares de Robespierre, afastou-se deles quando estavam sendo depostos. Lutou na Revolução contra os países absolutistas que invadiram a França e foi responsável pelo sufocamento do golpe de 1795.
Enviado ao Egito para tentar interferir nos negócios do império inglês, o exército de Napoleão foi cercado pela marinha britânica nesse país, então sobre tutela inglesa. Napoleão abandonou seus soldados e, com alguns generais fiéis, retornou à França, onde, com apoio de dois diretores e de toda a grande burguesia, suprimiu o Diretório e instaurou o Consulado, dando início ao período napoleônico com o golpe de Estado conhecido por “18 de Brumário”. Com o golpe Napoleão foi adquirindo poderes políticos  até que em 6 de maio de 1804 foi consagrado Imperador com o título de Napoleão Bonaparte-I governando até 1814, quando caiu do poder e foi exilado. Durante seu governo Napoleão não só estendeu com as fronteiras francesas por meio de guerras, como realizou diversas reformas políticas e sociais, sempre em nome dos interesses burgueses, instituindo o código civil, reformando o sistema educacional e adotando o estilo artistico neo-clássico como modelo arquitetônico que servia de veículo de propaganda para as dimensões de seu poder político e para a alta burguesia em seu estilo de vida.

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Resgatando a tradição do Desfile Cívico em Heliópolis-Ba



O desfile cívico em comemoração à Independência do Brasil será realizado no próximo dia 10 de setembro pelas ruas Heliópolia. O evento, nesta edição, terá como titulo " Heliópolis, 25 anos contando sua história e Redescobrindo o Brasil".
Mais uma vez terá a participação dos alunos da rede municipal e estadual de ensino, que resgatarão a tradição de desfilarem pelas principais ruas da cidade caracterizados e com faixas e cartazes relatando os temas tratados por cada escola participante, sendo esperado em torno de 2000 estudantes para o desfile.
Depois de percorrer as principais ruas da cidade, o desfile se irá se dirigir ao "calçadão do São Pedro" onde terá um palco montado especialmente para o evento.
O desfile será animado por duas tradicioanais bandas marcias da cidade de Lagarto-Se e logo após o desfile acontecerá show com a Banda Forró Brasil em praça pública.

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Dia do Estudante

Para alguém muito especial...
Você, estudante é quem pode se considerar uma pessoa muito batalhadora.
Uma pessoa que batalha todo dia, à busca de mais conhecimento a cada instante.
Alguém, que luta para alcançar seus objetivos, sem nunca ter pensado em desistir. É como se essa palavra não existisse no seu vocabulário.
Alguém que jamais quer estar em primeiro lugar,sem jamais ter passado por cima de qualquer pessoa que seja.
Estudante não tem idade, pode ser que tenha seis ou sessenta anos não importa, o importante é que cada pessoa um dia já foi ou vai ser um verdadeiro e um eterno estudante.
Parabéns a você estudante pelo seu dia.

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Guerra Fria



Ao término da Segunda Guerra, os EUA eram o país mais rico do mundo, porém eles teriam que enfrentar um rival, ou seja, o segundo país mais rico do mundo: a URSS. Tanto os EUA (capitalista) como a URSS (socialista), tinham idéias contrárias para a reconstrução do equilíbrio mundial, foi então que começou uma grande rivalidade entre esses dois países. Quem era melhor? Esse conflito de interesses que assustou o mundo ficou conhecido como Guerra Fria. Tanto os EUA criticavam o socialismo quanto a URSS criticava o capitalismo.

Europa Ocidental, Canadá e Japão se aliaram aos EUA enquanto que a Tchecoslováquia, Polônia, Hungria, Iugoslávia, Romênia, Bulgária, Albânia, parte da Alemanha e a China se uniram com a URSS.

Na década de 50 e 60 houve a chamada corrida armamentista. Quem seria capaz de produzir tecnologias bélicas mais modernas, EUA ou URSS? Mesmo assim, esses dois países jamais se enfrentaram com armas durante a Guerra Fria, embora apoiassem guerras entre países menores (cada superpotência apoiando um dos lados rivais), como por exemplo, na Guerra da Coréia entre 1950 e 1953.

Na tentativa de provar que o seu sistema era melhor do que o outro, cada lado fez as suas investidas, a URSS enviou um homem (Yuri Gagárin) ao espaço, enquanto os EUA enviaram Neil Armstrong à Lua.

Estas disputas continuavam para ver quem era o melhor, atingindo inclusive a área dos esportes. Nas Olimpíadas, por exemplo, os dois países lutavam para ver quem ganhava mais medalhas de ouro.

No final da Segunda Guerra, a Alemanha foi invadida por todos os lados; além de ter sido separada da Áustria, ficando assim dividida em dois países:

- Alemanha Ocidental (ou República Federal da Alemanha – RFA) – capitalista
- Alemanha Oriental (ou República Democrática Alemã – RDA) – governada pelos comunistas.

A antiga capital – Berlim, que se localizava no interior da Alemanha Oriental, também ficou dividida em dois:

- Berlim Oriental (tornou-se a capital da RDA)
- Berlim Ocidental (tornou-se uma ilha capitalista cercada de socialismo).

A briga continuava. Os EUA resolveram ajudar Berlim Ocidental a se reerguer e para isso investiram milhões de dólares na reconstrução da cidade, porém enquanto Berlim Ocidental se reerguia rapidamente, Berlim Oriental não apresentava o mesmo progresso.

Berlim Ocidental (organizada e em processo de reconstrução) representava o capitalismo dentro de uma Alemanha socialista.

Foi então que em 1948, Stálin, dirigente da URSS ordenou que as comunicações entre a República Federal da Alemanha e Berlim ocidental fossem cortadas. Ele achava que o isolamento facilitaria a entrada das tropas soviéticas na outra parte de Berlim. Porém, tal iniciativa não deu certo, pois uma operação com centenas de aviões levando mantimentos da RFA para Berlim Ocidental garantiu que uma continuasse ligada a outra. O Governo não teve outra escolha a não ser aceitar a situação.

Assim, Berlim Ocidental continuou a crescer e as pessoas começaram a comparar Berlim Ocidental e Berlim Oriental e viram que o capitalismo era melhor que o socialismo. Como conseqüência houve uma emigração de pessoas muito qualificadas para Berlim Ocidental e com isso Berlim Oriental ficava abandonada. Claro que o Governo da RDA se irritou e em 1961 ordenou a construção de um muro isolando Berlim Ocidental do restante da Alemanha. Era o Muro de Berlim, que é considerado um dos maiores símbolos da Guerra Fria.

Na conferência de Yalta, realizada logo após o fim da Guerra ficou estabelecida a divisão do mundo em áreas de influência, ou seja, cada parte do planeta ficaria sob o controle de uma das superpotências e uma não deveria interferir na zona de influência da outra.

A década de 50 e 60 foi marcada por momentos de tensão e intolerância, pois os dois sistemas (capitalista e socialista) eram vistos da forma mais negativa possível.Os dois países possuíam armas nucleares; porém, os dois lados estavam cientes que uma guerra naquele momento poderia destruir o mundo. Por esta razão tentavam influenciar a humanidade tomando o máximo de cuidado para não provocar uma Guerra Nuclear Internacional, como isso, a tensão diminuiu.

Ainda nos anos 60, EUA e URSS viveram a época da coexistência pacífica, ou seja, fizeram a política da boa vizinhança. Na década seguinte, Nixon e o dirigente soviético Brejnev, iniciaram uma distensão mundial assinando acordos para diminuir a corrida armamentista e selaram esse acordo com um encontro simbólico no espaço entre as naves americanas e soviéticas (1975).

Já nos anos 80 essa cordialidade foi abandonada. Com a eleição de Ronald Reagan em 1981, iniciou-se novamente o acirramento entre as potências.

Os americanos investiram alto no setor bélico deflagrando a chamada “Guerra nas Estrelas”.

Durante o segundo mandato de Reagan (1984 -1988), em 1987, foi assinado o tratado para eliminação de armas de médio e curto alcance (nessa época a URSS estava sob o comando de Gorbachev), causando um alívio aos europeus, já que o acordo implicava a desativação de grande parte das ogivas voltadas para aquele lado.

As hostilidades entre os dois países estavam quase acabando.

A Guerra Fria terminou por completo com a ruína do mundo socialista (a URSS estava destruída economicamente devido aos gastos com armamentos) e com a queda do Muro de Berlim em 9 de novembro de 1989.

quinta-feira, 17 de junho de 2010

ALUNOS CLASSIFICADOS PARA 2ª FASE DESAFIO NATIONAL GEOGRAFIC 2010 – OLIMPÍADA DE GEOGRAFIA

DESAFIO NATIONAL GEOGRAFIC 2010 – OLIMPÍADA DE GEOGRAFIA

ESCOLA DE ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO GOV. WALDIR PIRES

ALUNOS CLASSIFICADOS PARA 2ª FASE

ALUNOS - TURMA ACERTOS
José Iago Leite Silva 8ª A 16
Daniel de Oliveira Matos 8ª A 16
Alice Ribeiro Santana 8ª A 16
Ligia Brenda de C. Fontes 8ª A 15
Karihorrana Silva Reis 8ª A 15
Naum Merce dos Santos 8ª A 15


COLÉGIO ESTADUAL JOSÉ DANTAS DE SOUZA

ALUNOS CLASSIFICADOS PARA 2ª FASE

ALUNOS - TURMA ACERTOS
Sara Andrade Florêncio - 1º A 17
Ana Lúcia Silva Souza - 1º A 16
J. Magdala Oliveira Souza - 1ºA 16
Patrícia Santana Andrade - 1º A 15


ESCOLA MUNICIPAL SAGRADA FAMÍLIA – NÚCLEO 01

ALUNOS CLASSIFICADOS PARA 2ª FASE

ALUNOS - TURMA ACERTOS
Edenilson Benevides Souza 14
Ricardo Santana Santos 14
João Paulo Gama Nascimento 14

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Segunda Guerra Mundial

A humilhação sofrida pela Alemanha com o Tratado de Versalhes cria as condições ideais para a germinação do nacional-socialismo – nazismo – alemão e a ascensão de Hitler ao poder, em 1933. O nacional-socialismo toma o poder pela violência, elimina as dissensões internas com métodos violentos e combate a divisão do mundo produzida pela 1a Guerra, quando os mercados mundiais são repartidos entre França, Bélgica, Reino Unido, Holanda, Itália, Japão e Estados Unidos. A política alemã não deixa dúvidas quanto aos desejos de Hitler: o carvão e o ferro da Sibéria; o petróleo da Rumânia e Cáucaso; o trigo da Ucrânia. E, especialmente, o reordenamento do mundo colonial.

Reação mundial ao nazismo – As potências ocidentais têm uma posição dúbia em relação ao nazismo. Pressentem o perigo representado por Hitler, mas permitem o crescimento da Alemanha nazista como forma de bloquear a União Soviética. A invasão da Polônia, em 1o de setembro de 1939, por tropas e aviões alemães, não surpreende a Europa. Todos estão à espera da guerra.

Origens do Eixo – Itália e Alemanha têm regimes políticos semelhantes, mas o que mais as aproxima é o limitado espaço territorial de que dispõem e a acirrada competição pelos mercados internacionais. No período após a 1a Guerra, algumas nações são favorecidas no plano internacional. É o caso do Reino Unido e da França, donos de vastos impérios coloniais; dos Estados Unidos, avançando rapidamente na disputa pelo mercado mundial; e da União Soviética, rica em recursos naturais e em acelerado processo de desenvolvimento. Já Alemanha, Itália e Japão situam-se em uma área de 4 milhões de quilômetros quadrados e possuem uma população superior à do Reino Unido e Estados Unidos, somados. Assim, o Japão pretende dominar a Ásia; a Itália ocupa a Albânia e a Abissínia (Etiópia); a Alemanha militariza a Renânia, em 1936, e anexa a Áustria, em 1938. Na Conferência de Munique, em 1938, da qual participaram a França, a Alemanha, a Itália e a Inglaterra, Hitler consegue a cessão dos Sudetos (região da Checoslováquia). No ano seguinte, o führer alemão cria o protetorado da Boêmia e anexa o porto lituano de Memel, no mar Báltico. Stalin percebe que as anexações alemãs caminham em direção à União Soviética e firma com Hitler o Pacto Germano-Soviético, em 1939, pelo qual anexa a Lituânia, Letônia, Estônia e parte da Polônia e Finlândia.

Em abril de 1939 Hitler exige a anexação de Dantzig, o "corredor polonês", e a concessão de uma rede rodoviária e ferroviária que cruze a província polonesa da Pomerânia. A Polônia, sem condições de resistir, é invadida por tropas nazistas no dia 1o de setembro. O Reino Unido, comprometido com a defesa da Polônia em caso de agressão, declara guerra à Alemanha. Horas depois, é seguida pela França. Até junho de 1940, quando a Itália declara guerra à França e ao Reino Unido, o conflito está restrito aos três países. A Alemanha invade e ocupa a Noruega, a Bélgica, a Holanda e a França.

Domínio alemão – O domínio alemão na Europa fica patente com a expulsão dos ingleses de Dunquerque e os armistícios assinados pela França com a Itália e Alemanha, em junho de 1940, que dividem o território francês em duas partes. Nesse momento, a Alemanha nazista controla a Áustria, Tchecoslováquia, Dinamarca, Noruega e a maior parte da França. Toda a costa ocidental da Europa pertence ao III Reich e não resta nenhuma tropa inglesa no continente. Os ingleses, violentamente bombardeados, dia e noite, resistem aos nazistas. Na Batalha da Inglaterra, no verão de 1940, a aviação inglesa, RAF (Royal Air Force), consegue rechaçar os ataques da Luftwaffe (aviação alemã).

França ocupada – Com a divisão da França, o primeiro-ministro francês, marechal Henri Phillipe Pétain, assume poderes ditatoriais em 1940 e transfere a capital para Vichy, uma vez que Paris está ocupada pelas tropas alemãs. O governo de Vichy é anti-republicano, conservador, e colabora estreitamente com os nazistas, sobretudo de janeiro de 1941 até a ocupação alemã, em novembro de 1942.

A "França Livre" de De Gaulle – Enquanto isso, um grupo de franceses, sob a liderança de Charles De Gaulle, retira-se para Londres e apresenta-se como governo alternativo a Vichy. O movimento, chamado "França Livre", entra em contato com as organizações de resistência aos alemães na França ocupada, a "Resistência", em busca de apoio nas colônias francesas da África.
Charles André Joseph Marie de Gaulle (1890-1970), estadista francês, nasce em Lille e freqüenta a Escola Especial Militar de Saint-Cyr. Aos 23 anos ingressa na Infantaria e participa da 1a Guerra Mundial. Depois de alcançar as patentes de major e general, assume o seu primeiro cargo político em 1940, como secretário de Estado da Defesa Nacional. Durante a 2a Guerra, organiza a resistência em Londres. Governa a França de 1958 a 1969. A Constituição que promulga dura mais de 30 anos. No seu governo a Argélia se torna independente. Em 1968 acontecem várias manifestações estudantis e operárias. Renuncia um ano depois, após sair derrotado de um plebiscito para a reforma constitucional que pretendia fazer.

A "Nova Ordem" na Europa – A Alemanha nazista implanta sua "Nova Ordem" nos territórios ocupados, que são explorados segundo os interesses do III Reich. As tropas invasoras apoderam-se dos estoques de matéria-prima e manufaturas e reativam as indústrias paralisadas. Os povos conquistados são obrigados a trabalhos forçados.

Campanha da Rússia – A primeira fase da guerra termina com o ataque alemão à União Soviética, em junho de 1941. Em conseqüência, as divergências ideológicas entre capitalistas e comunistas são colocadas em segundo plano. Hitler invade a URSS, por um lado por ter o Comunismo como um inimigo (para seus parâmetros) tão incidioso quanto os judeus e ainda, segunda alguns autores, porque percebe a impossibilidade de ganhar a guerra no oeste sem uma vitória no leste europeu. Nesse momento, 1 milhão de soldados alemães ocupam os Bálcãs. A Wehrmacht (Exército alemão) já domina a Romênia, Bulgária e Hungria e conquista a Iugoslávia e a Grécia. A invasão do território soviético é levada a efeito em aliança com a Finlândia, Hungria e Romênia. Com a subseqüente aliança entre a União Soviética e as potências ocidentais, produzida pelo ataque nazista, a Alemanha empenha-se numa guerra em duas frentes, para a qual não está bem preparada. A estratégia da blitzkrieg (guerra-relâmpago) deixa de ser novidade e despontam contradições no próprio comando nazista.
Batalha de Stalingrado – 1941 marca a Batalha de Stalingrado, MARCO do início da derrota nazista. Enquanto os aliados ocidentais lutavam contra as potências do Eixo no Norte da África e, no máximo, prestavam algum apoio moral principalmente pelas rádios BBC de Londres e Voice of America, dos EUA, aos Aliados. A Guerra era travada na Europa exclusivamente por comunistas e partisans, anti-fascistas em geral, com apoio pífio dos aliados ocidentais. Acredita-se que os aliados ocidentais, sabendo que o Nazismo é uma forma autoritária de encaminhar o Capitalismo enquanto o Socialismo constitui uma forma autoritária de encaminhar o Comunismo, pensavam em permitir que Hitler e seus assassinos destroçassem o Socialismo para, somente então, iniciar a luta contra o autoritarismo.

Fato é que o grosso do maquinário bélico nazista foi deslocado para o chamado "front oriental", virando o centro da Guerra para a Batalha de Stalingrado, que recebeu, a exemplo da Revolução Espanhola, comunistas, anarquistas e anti-fascistas do mundo inteiro. Aqui no Brasil, Carlos Drummond de Andrade, por exemplo, publicou uma ODE à vitória de Stalingrado, que mudou toda a abordagem da guerra.

Praticamente abandonada pelos Ocidentais, Stalin não se cansava de enviar ( EM VÃO!) mensagens pedindo suporte humano com a abertura de um importante "Front Ocidental" que dividisse as forças fascistas, após muitas perdas humanas - Stalingrado, além do nome emblemático e simbólico do então Líder da União Soviético, constituía-se em principal porta de entrada aos ricos territórios russos, particularmente terras férteis e petróleo - a URSS coloca-se definitivamente na vanguarda do Comando Aliado.

O poderoso e numeroso Exército Vermelho conseguia sucesso após sucesso: todos os países da Europa (Polônia, Hungria, Romênia, Bulgária, Tchecoslováquia, etc), iam sendo libertados o Exército Vermelho foi o primeiro exército vitorioso a entrar efetivamente em Berlim. A Bandeira Vermelha, com uma foice e um martelo a tremular no alto de importantes prédios políticos alemães, como o Bundestag, em meio a um mar de gente comemorando tornou-se o emblema maior da vitória aliada sobre os fascistas de Hitler.

Nestas circunstâncias, não restava aos ocidentais outra alternativa que um desembarque também (a dúvida era Dunquerque ou Normandia) sob a pena de ver o Exército Vermelho libertar também a Holanda, a Bélgica, a França, etc. Decidiu-se o Desembarque na Normandia, principalmente para garantir os interesses dos aliados ocidentais na Europa. Seu erro de cálculo foi imaginar que o mais poderoso exército da Europa até então, a Wehrmacht e a Luftwaffe, venceriam os Socialistas sem grande dificuldade. Os Socialistas transformaram rapidamente fábricas de tratores em fábricas de tanques de guerra, fábricas de canos em fábricas de metralhadoras, fuzis e canhões e, em defesa de um regime e um idealismo acima de qualquer interesse mesquinho dos fascistas ou dos aliados ocidentais, dedicaram-se de corpo e alma ao esforço de guerra, de resto ocorrendo em seu território!

A vitória dos Soviéticos sobre os Nazistas e consequente libertação dos países do Leste Europeu constituiu na maior surpresa dos aliados ocidentais que precipitaram o "Desembarque na Normandia", como se disse, para garantir e preservar seus interesses econômicos na Europa...

Pearl Harbor

Pearl Harbor – O ataque japonês à base norte-americana de Pearl Harbor, colônia estadunidense situada no Havaí, em 7 de dezembro de 1941, levou os Estados Unidos a declararem guerra ao Eixo e fez com que o conflito se alastrasse a praticamente todo o mundo. Em junho de 1942 o Japão já ocupa a Indochina Francesa e detém a supremacia naval no Pacífico. Em seguida, toma Hong Kong, Malásia, Cingapura, Índias Orientais Holandesas, Bornéu, Filipinas, Andamãs e Birmânia. As duas facções beligerantes estão definidas: os países do Pacto Anticomintern (o Eixo) – Alemanha, Itália e Japão – contra os Aliados – Inglaterra, Estados Unidos, União Soviética e China. A China já se encontra em guerra contra o Japão desde 1931.

Guerra de máquinas – A 2a Guerra Mundial é uma guerra de máquinas, aviões, tanques, colunas motorizadas, artilharia pesada, navios e submarinos. Antes da explosão do conflito, os Estados Unidos esforçam-se por desenvolver a indústria de guerra e reúnem uma produção bélica 50% mais poderosa do que as da Alemanha e Japão juntos. Nos anos de 1943 e 1944, os Estados Unidos fabricam um navio por dia e um avião a cada cinco minutos.

Kamikazes – É como são chamados os aviões japoneses carregados de explosivos e dirigidos por um piloto suicida que com ele se atira sobre o alvo inimigo. É usado pelo Japão principalmente no final da 2a Guerra e é também o nome do piloto. O nome vem da expressão "tempestade providencial" e é como os japoneses chamam as duas tempestades que em 1274 e 1281 destruíram frotas de invasores mongóis, livrando o país da guerra.

Sofrimentos e a estratégia dos Aliados Ocidentais

O conflito se torna uma guerra de desgaste. O Eixo tenta subjugar a Inglaterra, cortando suas linhas de abastecimento no Atlântico e no Mediterrâneo. As bases de Gibraltar e Malta são constantemente bombardeadas. Em 1940 a Itália fracassa na campanha da África e, na primavera de 1941, os alemães assumem o controle das operações com o Afrikakorps, comandado pelo general Rommel. Com Rommel, os ingleses sofrem duras perdas e a ameaça nazista continua sobre o canal de Suez e o Egito. Hitler, entretanto, mais preocupado com a guerra na Europa, não dá o apoio necessário ao Afrikakorps e, em outubro de 1942, as tropas de Rommel são atacadas pelo 8o Exército Inglês, do general Montgomery, em El Alamein, no Egito. Os alemães retiram-se rumo à Tunísia e a operação consuma-se em maio de 1943, quando os norte-americanos desembarcam na região e os Afrikakorps rendem-se incondicionalmente. Cerca de 250 mil soldados alemães e italianos são aprisionados.

Contra-ofensiva na África e Itália – Em julho de 1943 os Aliados desembarcam na Sicília e, em setembro, avançam até Nápoles. Mussolini é destituído em julho e a Itália muda de lado. Tropas alemãs ocupam Roma, o centro e o norte do país, mas a ofensiva aliada toma a capital em junho de 1944 e chega ao norte de Florença em setembro. Em abril de 1945 as forças alemãs na Itália se rendem.

Contra-ofensiva nos Bálcãs – O avanço soviético chega à Romênia em abril-maio de 1944 e a liberta em setembro. A Bulgária é libertada entre setembro e outubro. Também em outubro os exércitos guerrilheiros da Iugoslávia passam à ofensiva, com o apoio de tropas soviéticas. Na Albânia e na Grécia, os guerrilheiros (partisans) realizam levantes e forçam a retirada das tropas alemãs durante o ano de 1944.

Dia D – Em 6 de junho de 1944, chamado de "Dia D" pelos Aliados, sob o comando do general Eisenhower, é feito o ataque estratégico que daria o golpe mortal nas forças nazistas que ainda resistem na Europa. Cinqüenta e cinco mil soldados norte-americanos, britânicos e canadenses desembarcam nas praias da Normandia, noroeste da França, na maior operação aeronaval da História, envolvendo mais de 5 mil navios e mil aviões. Os combates são pesados, com numerosas baixas, até 27 de junho, quando o I Exército norte-americano toma o porto de Cherbourg. Em 9 de julho forças britânicas e canadenses entram em Caen, abrindo caminho para a passagem de tanques pelas defesas alemãs. Paris é libertada em 25 de agosto, Bruxelas em 2 de setembro. A fronteira alemã anterior ao início da guerra é cruzada pelos Aliados em Aachen em 12 de setembro. Ao mesmo tempo, os Aliados lançam bombardeios aéreos pesados contra cidades industriais alemãs. No início de 1945 os soviéticos (pelo leste) e os norte-americanos e britânicos (pelo oeste) fazem uma verdadeira corrida para ver quem chega primeiro a Berlim.

Dwight Eisenhower (1890-1969), militar e político norte-americano. Em novembro de 1942, com a patente de general, comanda as forças anglo-americanas na invasão do norte da África. Um ano depois é escolhido para comandar as forças aliadas durante a invasão da Europa ocidental. Desempenha papel importante na derrota do exército alemão na frente oeste. Em 1951 é o comandante supremo da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) na Europa, quando os Estados Unidos resolvem apoiar o tratado. O prestígio o leva à presidência norte-americana. Após quatro anos, reelege-se por maioria absoluta. Desenvolve uma política de impostos baixos e intervenção mínima nos Estados. Nas relações externas, garante a hegemonia dos Estados Unidos. Seu governo é considerado um dos mais bem-sucedidos deste século.

Guerra no Pacífico – No Pacífico, a situação também se inverte com a vitória das tropas norte-americanas na batalha naval de Midway e em Guadalcanal, em 1942. Os Estados Unidos partem para a reconquista da Ásia. No Pacífico central, os norte-americanos conquistam as ilhas Aleutas, Gilbert, Marshall e Marianas entre maio de 1943 e março de 1944 e as Filipinas entre outubro de 1944 e fevereiro de 1945. A Birmânia (atual Mianmá) é reconquistada entre o final de 1944 e o início de 1945 por tropas britânicas, norte-americanas e chinesas. Em fevereiro de 1945 ocorre o primeiro desembarque norte-americano no Japão, na ilha de Iwojima.

Ataque a Hiroshima e Nagasaki – Com a Guerra contra o Japão praticamente terminada e vitoriosa, os estadunidenses, para marcar posição e intimidar os Soviéticos, dando início assim à Guerra Fria, a 6 de agosto de 1945 é lançada a primeira bomba atômica sobre Hiroshima, deixando mais de 100 mil mortos e 100 mil feridos. A partir de 8 de agosto tropas soviéticas expulsam os japoneses da Mandchúria e da Coréia e ocupam as ilhas Kurilas e Sakalina. Em 9 de agosto é lançada a segunda bomba atômica, dessa vez sobre Nagasaki, com saldo de vítimas semelhante ao de Hiroshima.

O Final da Guerra

Consta que Hitler tenha dado ordem a um Korporaal (Cabo) que o matasse com um tiro e enrolasse seus corpos em pneus, incinerando-os e tornando qualquer identificação impossível para os recursos científicos da época. Há quem diga que cometeu suicidio (difícil ter certeza histórica quanto a este ponto. Mas seus restos mortais jamais foram encontrados) em 30 de abril, com a chegada das tropas soviéticas a Berlim, e o almirante Doenitz forma novo governo e pede o fim das hostilidades. A capital alemã é ocupada em 2 de maio. A Alemanha se rende incondicionalmente em 7 de maio, em Reims. A capitulação do Japão acontece em 2 de setembro, em Tóquio. A 2a Guerra Mundial deixa um saldo de 50 milhões de mortos - Mais de 20 Milhões de Soviéticos e quase 6 Milhões de judeus foram mortos nesse período negro da história humana. Burgueses preocuparam-se em arrolar os "custos financeiros" da Guerra e chegaram à conclusão de que foi de cerca de US$ 1,40 trilhão - com base em que parâmetros? Pergunte a um economista burguês, por obséquio.

O Julgamento de Nuremberg

Nasce a ONU e (re)surge o Estado de Israel

Terminado o conflito, os vitoriosos decidem julgar os líderes nazistas num inédito tribunal internacional de crimes de guerra. A iniciativa contribui para a descoberta dos campos de concentração e extermínio. A sede escolhida é a cidade alemã de Nuremberg, que nos anos 30 havia sido palco dos maiores comícios nazistas. São realizados 13 julgamentos entre 1945 e 1947. Os juizes são norte-americanos, britânicos, franceses e soviéticos. Dos 177 alemães indiciados, 25 são condenados à morte, 20 à prisão perpétua e 97 a penas mais curtas de prisão. São absolvidos 35. No julgamento principal, de novembro de 1945 a setembro de 1946, os réus são os 21 principais líderes nazistas capturados. Dez deles são executados por enforcamento na madrugada de 16 de outubro de 1946; o marechal Hermann Goering suicida-se com veneno em sua cela - fornecido por um oficial estadunidense simpatizante do nazismo - poucas horas antes; para o aristocrata Göring seria uma infâmia ser enforcado...

Como saldo maior do tribunal, o nascimento da ONU - Organização das Nações Unidas - em 1946 e o ressurgimento, após quase dois milênios, do Estado de Israel que, infelizmente, JAMAIS cumpriu as determinações da ONU quanto aos palestinos, repetindo, ao povo palestino, o tratamento que tiveram dos nazistas...

quarta-feira, 26 de maio de 2010

História do Nazismo e do Fascismo

Índice

Introdução

Aqui estão fotos de (argh!) Fascismo/Nazismo

O Nazismo

Hitler e o Nazismo

O fracasso na primeira tentativa de tomada do poder

A crise económica e a tomada do poder

Fascismo italiano

A ascensão de Mussolini

O governo de Mussolini

Conclusão

Bibliografia










Introdução

O presente trabalho insere-se no âmbito da disciplina de história. A temática que escolhi foi o Nazismo e o Fascismo. Com este trabalho pretendo conhecer um pouco mais sobre estes dois partidos de estrema direita, totalitaristas (Nazismo na Alemanha e Fascismo na Itália).

Ao longo deste trabalho estudo, Hitler e o Nazismo, o fracasso na primeira tentativa de tomada do poder, a crise económica e a tomada do poder. Sobre o Fascismo estudo, a ascensão de Mussolini e o governo de Mussolini.



AQUI ESTÃO FOTOS DO (ARGH!) FASCISMO / NAZISMO





O Nazismo

A partir do final da Primeira Guerra Mundial, a Alemanha mergulhou em uma crise económica agravada ainda mais pelas enormes indemnizações impostas pelo Tratado de Versalhes e pela ocupação do vale do Ruhr por França e Bélgica. O marco alemão desaba e consegue se estabilizar somente em Novembro de 1923, quando sua cotação atinge 4,6 biliões de marcos para US$ 1. A hiper inflação tem efeito devastador sobre a economia, desorganizando a produção e o comércio. Em 1931, há 4 milhões de desempregados, quase 30 mil falências e a produção cai em todos os sectores.

No plano político, a situação também era grave, pois vários golpes de direita e esquerda se sucederam, todos fracassados.

A crise económica mundial de 1929 permitiu a ascensão ao poder do líder do partido Nazista, Adolf Hitler.



Hitler e o Nazismo

Hitler nasceu na Áustria e pretendia ser pintor. Mas, por duas vezes, foi reprovado nos exames para ingresso na Academia de Viena. Após a morte dos pais, vivia como um mendigo, pernoitando em albergues e tentando viver dos cartões postais que pintava.

Quando começou a guerra, incorporou-se em um regimento alemão. Participou com bravura, foi ferido duas vezes e condecorado com a Cruz de Ferro. Mas a derrota o abalou profundamente.

Ele era extremamente nacionalista. Opunha-se aos judeus, num anti-semitismo cujas origens são difíceis de serem explicadas. Via nos judeus um factor de corrupção do povo alemão. Cristo e Marx, dois judeus, pregavam a igualdade entre os homens e a resignação, ideias que Hitler considerava nocivas ao povo alemão. Daí, surgiu sua doutrina racista, segundo a qual os homens eram desiguais por natureza. A raça superior era a dos arianos (germânicos), altos e alourados. Na Alemanha, eles existiam em estado puro, sendo, pois, a raça sob a humilhação do Tratado de Versalhes. O povo alemão deveria agrupar-se em um único estado: A Grande Alemanha, que reuniria todas as populações germânicas.

Desprezava os povos latinos e principalmente os eslavos, os quais julgava que deveriam ser reduzidos à escravidão, dominados pelos germânicos. A pureza da raça ariana deveria ser defendida através da impiedosa perseguição aos judeus.

A partir dessas ideias de Hitler, surgiu o Nazismo, um regime totalitário e militarista que se baseava numa mística heróica de regeneração nacional. Apoia-se no campesinato e não tem a estrutura corporativista do fascismo.



O fracasso na primeira tentativa de tomada do poder

Após a organização do Partido Nacional-Socialista dos Trabalhadores Alemães (Nazista), Hitler percorreu a Alemanha para divulgá-lo e conseguir mais adeptos. As reuniões do partido eram feitas com alguns rituais, como numerosas paradas, ataques violentos aos socialistas, além dos uniformes.

Foi fundado também um jornal partidário. Vários adeptos foram recrutados entre desempregados. Alguns intelectuais também se filiaram.

Com a crise de 1923, Hitler organizou uma manifestação militar para tomar o poder. Numa concentração em Munique, avisou que uma revolução nacional começara; mas o povo não o seguiu. Após um conflito com a polícia, Hitler foi preso e o Partido Nazista começou um declínio contínuo, até que, em 1929, havia menos de 120.000 membros.



A crise económica e a tomada do poder

Após as dificuldades económicas dos primeiros anos pós-guerra, até 1924 a economia alemã havia recuperado seu equilíbrio, graças aos investimentos vindos do estrangeiro (principalmente dos Estados Unidos). De 1930 em diante, porém, os capitalistas estrangeiros começaram a retirar seus empréstimos. A inflação recomeçou e a crise económica também. A produção do país entrou em declínio.

A miséria da população permitiu a ascensão política do Partido Nazista, bem como do partido Comunista. Nas eleições de 1930, essa tendência se manifestou claramente. Os nazistas elegeram 107 deputados e os comunistas 77, em detrimento dos partidos liberais.

Em 1932, terminava o período presidencial de Hindenburg; ele candidatou-se novamente, tendo Hitler como adversário. Foram necessárias duas eleições para decidir o pleito. Hitler perdeu, mas obtivera um considerável número de votos.

O cargo de primeiro-ministro foi confiado a von Papen. Sua grande dificuldade era o progresso dos nazistas. Estes aumentaram o número de deputados no Parlamento nas eleições seguintes. Hindenburg recebeu poderes excepcionais e chamou Hitler para a vice-chancelaria, mas o chefe nazista não aceitou.

O Reichstag (Assembleia Nacional) foi dissolvido e novas eleições realizadas. Os nazistas perderam várias cadeiras, mas o problema continuou, pois não era possível governar sem os nazistas ou contra eles.

Hindenburg substituiu von Papen por um general de tendências socialistas, esperando ganhar mais apoio popular. Mas o próprio von Papen convenceu o presidente a chamar Hitler para o poder, esperando assim poder controlá-lo melhor. No dia 30 de Janeiro de 1933, Hitler assumiu a chancelaria, com von Papen como vice-chanceler.

Da chegada ao poder até o estabelecimento da ditadura foi um passo rápido. Hitler formou um governo de coalizão direitista, incluindo os nazistas, nacionalistas, independentes e católicos. Em 27 de fevereiro promoveu o incêndio do Reichstag, atribuindo-o aos comunistas, como pretexto para decretar o fechamento da imprensa, a suspensão das actividades dos partidos de esquerda e o estado de emergência. Em 5 de Março do mesmo ano conseguiu a vitória nas eleições para o Reichstag com ampla maioria dos votos, usando todos os meios lícitos e ilícitos para chegar a este resultado.

O novo Reichstag eleito deu a Hitler plenos poderes. As cores da República foram substituídas por uma bandeira vermelha com a cruz gamada em negro e branco, símbolo do Partido Nazista. Todos os partidos, com excepção do nazista, foram dissolvidos e proibidos de se reorganizar. Hitler tornou-se o condutor, o guia e chefe.

Quando morreu Hindenburg em 1934, não foi eleito outro presidente. Hitler acumulou as funções de chanceler e chefe de Estado. Um plebiscito confirmou esta decisão com cerca de 90% dos votos a favor.

Estava legalizado o totalitarismo na Alemanha. Como Mussolini na Itália, Hitler detinha agora o poder absoluto em seu país.

Com a ascensão de Hitler ao poder, o anti-semitismo e os actos de violência contra judeus se tornaram política de estado. Em Abril de 1933 os judeus foram proibidos de praticar a medicina e a advocacia e de ocupar cargos públicos. Em 1935 judeus e demais minorias de sangue não - germânico foram privados de direitos constitucionais e proibidos de casar-se ou manter relações extramatrimoniais com cidadãos alemães ou de sangue ariano. Em 1936 foi criado o Serviço para a Solução do Problema Judeu, sob a supervisão das SS, que se dedicava à exterminação sistemática dos judeus por meio da deportação para guetos ou campos de concentração. Durante a Segunda Guerra, foram estabelecidos na Polónia ocupada os campos de extermínio em massa. Cerca de 6 milhões de judeus foram executados.

Fig.7: Bandeira da Gestapo (polícia política de Hitler)



Fig.8: Manifestação

Hitler preferia as grandes manifestações e comícios noturnos, pela possibilidade de criar ‘rituais’ mais ‘hipnotizantes’, com tochas e luzes que lembravam rituais quase medievais, quase ‘religiosos’, onde as forças instintivas do ser humano podiam ser ‘liberadas’. A noite também ajudava a fazer com que qualquer um perdesse a noção de quantas pessoas estavam ali... ou da própria dimensão do evento.



Fig.9: Manifestação



Fascismo italiano

A crise socioeconómica da Itália tornou-se grave a partir do fim da Primeira Guerra Mundial. Embora tivesse terminado a guerra do lado vitorioso, a Itália não recebeu as recompensas territoriais que lhes foram prometidas.

O aumento da inflação, do desemprego e da fome eram alguns dos problemas que abalavam a economia italiana.

A monarquia parlamentar, conduzida pelo rei Vítor Emanuel III, tolerava as crescentes manifestações dos sectores populares, sendo incapaz de atender suas reivindicações.

A alta burguesia italiana e as classes médias conservadoras, mostravam-se apavoradas com a crescente movimentação social dos trabalhadores.



A ascensão de Mussolini

Benito Mussolini pertencera ao Partido Socialista Italiano, tendo sido expulso devido às suas posições oportunistas e antipacifistas nos anos da Primeira Guerra Mundial.

Em Março de 1919, Mussolini fundou uma organização denominada fasci di combattimento (esquadrões de combate), composta por ex-combatentes e desempregados, e contou com o financiamento de alguns industriais.

Utilizando métodos violentos e inescrupulosos contra seus opositores, desenvolveram-se, transformando-se no Partido Nacional Fascista.

Protestando contra a crescente violência fascista, os partidos de inspiração marxista convocaram, em Agosto de 1922, uma greve geral dos trabalhadores. Os fascistas exigiram que o governo acabasse com a greve e restabelecesse a ordem. Impotente para controlar a situação, o governo abriu espaço para a acção violenta dos fascistas.

Mussolini organizou em 28 de Outubro de 1922, a Marcha sobre Roma, promovendo uma passeata de cerca de 50 mil fascistas em Roma. Pressionado, o rei Vítor Emanuel III encarregou Mussolini de formar um novo governo, em 28 de Outubro de 1922.



O governo de Mussolini

O governo de Mussolini pode ser dividido em duas grandes fases:

Consolidação do Fascismo (1922 a 1924) – Mussolini realizou um governo marcado pelo nacionalismo extremado, e pelo capitalismo. Paralelamente, fortaleceu as organizações fascistas com a fundação das Milícias de Voluntários para a segurança Nacional. Valendo-se de todos os métodos possíveis, inclusive de fraude eleitoral, os fascistas garantiram a vitória do Partido nas eleições parlamentares de Abril de 1924. O deputado socialista Giacomo Matteoti denunciou as violências fascistas. Devido a sua firme oposição, Matteoti foi assassinado em Maio de 1924. A morte de Matteoti provocou indignação popular e forte reacção da imprensa política oposicionista. Mussolini assumiu a responsabilidade histórica pelo homicídio do líder socialista, decretando uma série de leis que fortalecia o governo.

Ditadura Fascista (1925 a 1939) – Nos meses finais de 1925, Mussolini implantou o fascismo na Itália. Os sindicatos dos trabalhadores passaram a ser controlados pelo Estado por meio do sistema corporativista. Foi criado um tribunal especial para julgar crimes considerados ofensivos à segurança do Estado. Inúmeros jornais foram fechados, os partidos de oposição foram dissolvidos, milhares de pessoas foram presas e outras foram expulsas do país. A Ovra, polícia secreta fascista, utilizou os mais terríveis tipos de violência na perseguição dos oposicionistas. Os fascistas puniam seus adversários obrigando-os a ingerir óleo de rícino. Mussolini empenhou-se em fazer da Itália uma grande potência capitalista mundial. Para isso promoveu a conquista da Etiópia, em 1936, e o revigoramento industrial. Mussolini tornou-se conhecido como o Duce, em italiano, aquele que dirige .

Fig.10: Mussolini, líder fascista italiano



Conclusão

Neste trabalho aprendemos muito mais sobre Nazismo e Fascismo, uma vez que é um tema muito interessante.

Aprendi que "Nazismo" ou o "Nacional-socialismo" designa a política da ditadura que governou a Alemanha de 1933 a 1945, o "Terceiro Reich". O nazismo é frequentemente associado ao fascismo, embora os nazis dissessem praticar uma forma nacionalista e totalitária de socialismo (oposta ao socialismo internacional marxista).

O fascismo é uma doutrina totalitária de extrema-direita desenvolvida por Benito Mussolini na Itália, a partir de 1919, e durante seu governo (1922 – 1943 e 1943 – 1945). Fascismo deriva de fascio, nome de grupos políticos ou de militância que surgiram na Itália entre fins do século XIX e começo do século XX; mas também de fasces, que nos tempos do Império Romano era um símbolo dos magistrados: um machado cujo cabo era rodeado de varas, simbolizando o poder do Estado e a unidade do povo. Os fascistas italianos também ficaram conhecidos pela expressão camisas negras, em virtude do uniforme que utilizavam.



Bibliografia

Sites consultados:

www.google.pt

Pt.wikipedia.org/wiki/Fascismo

Pt.wikipedia.org/wiki/Nazismo